Sexo com o motorista do Uber

Lembram do motorista do Uber que eu mencionei no conto “A Pior Transa da Minha Vida”? Pois então. Voltei pra contar o que rolou rsrsrsrsr

Disk Sexo

Desde o dia em que experimentei o que era uma foda PÉSSIMA, vinha conversando com o motorista do Uber que me levou até lá. Vamos chamá-lo de Walter. Nós conversávamos sobre quase tudo, incluindo sexo. E Walter me intrigava. Ele sempre dizia que não tinha muita experiência sexual apesar de ser mais velho do que eu e morar sozinho (ressalto essa parte porque moro com minha mãe e dois irmãos, e mãe é muito, muito, muito tradicionalista).

Enfim. Poucos dias depois eu estava no centro da metrópole, sozinha, tomando uma cerveja, triste até minha alma. Chorando muito inclusive. E conversando por mensagens com Walter. Quando eu falei o que estava acontecendo ele perguntou onde eu estava e foi imediatamente ao meu encontro.

Que rapaz FOFO!! E olhem que não sou fã dos fofos hahahahaha

Todo preocupado, Walter ficou no bar comigo, me convenceu a parar de beber, me consolou, conversou muito comigo e resolveu me levar pra faculdade, quando eu não queria ir. Entramos no carro e fomos. Até então, apesar de conversarmos muito sobre sexo, nem um selinho tinha rolado.

Passamos pela minha faculdade. Pedi pra ele esperar no carro e entrei. Conversando com os alunos que encontrei na portaria que soube que não tinha aula, apenas uma palestra. Voltei ao carro e convidei Walter a conhecer alguns lugares que ele não conhecia.

Levei-o ao centro histórico da cidade, próximo a uma Igreja muito utilizada por casais salientes rsrsrs

Ele parou o carro, e, diante de tanto carinho no meu momento de fraqueza, eu não resisti e beijei-o com vontade. Walter correspondeu e o beijo foi super intenso.

Rapidamente eu o dominei. Walter realmente não tinha muita experiência. Abaixou o banco do carro e deitou, deitei-me sobre ele, beijando-o e sussurrando coisas em seu ouvido.

– Fui homenageada nos últimos dias?

– Foi sim. Ele sussurrava de volta, dominado pela voz sedutora que adotei.

– Quando?

– No dia que te conheci, duas vezes. E depois em todos os dias que se seguiram. No banho e antes de dormir.

Abri sua calça e senti seu membro. Não era tão grande quanto eu estou acostumada e gosto realmente, mas era delicioso. Não era necessário, mas fui masturbando-o enquanto o beijava e fazia-o implorar para que eu o chupasse. Por fim, não resisti e coloquei aquela delícia na boca.

Walter gemia como um louco, puxando meus cabelos pela nuca. Pedia que eu fosse mais devagar porque estava prestes a gozar. Ali, eu sabia que o tinha nas palmas das mãos.

Fui conduzindo aquele oral, que não só o enlouquecia mas me enchia de prazer. Chupei-o até que gozasse na minha boca, e engoli tudo como uma boa menina hahaha

Walter estava exausto. Disse que foi o melhor oral que já recebeu na vida. Beijamo-nos novamente e descemos do carro.

Ficamos juntos nos beijando mais um tempo, olhando a cidade que permanecia acordada.

Depois, Walter me levou pra casa e se foi.

Mantivemos contato e voltarei para contar como foi nosso segundo encontro, regado de sexo e orgasmos múltiplos. Era minha vez de gozar.

Deixe um comentário