Três Rolas Me Fodendo Gostoso na Suruba

Oi, eu sou a Jéssica. Contei para vocês como foi uma trepada que fiz com meu marido e um antigo namorado. Hoje, vou contar como foi quando o primo do meu marido, o Douglas, veio de Londres nos visitar. Mas, antes de começar a contar, quero fazer umas observações.

Disk Sexo

Dei o texto para alguns amigos e amigas lerem. Não vou dizer quais foram os elogios, para não influenciar o gosto de vocês, que vão ler esta aventura. Só vou dizer que, o que diversos homens comentaram, foi que eu não descrevi o tamanho dos caralhos. Bem, não descrevi por diversos motivos. Primeiro: não sou nenhuma expert em caralhos. Até o dia que aconteceu esta história, eu só tinha conhecido quatro caralhos, o que é muito pouco, na minha opinião, para que eu me julgue uma profunda conhecedora de caralhos e saia por aí dando aulas de caralhologia. Segundo: na minha opinião, e de muitas mulheres também, o que importa não é o tamanho, mas de como é usado. Como disse uma

amiga, que é armeira (trabalha em uma oficina de armas: revólver, carabina, espingarda, etc.), o que importa não é o tamanho da arma que se empunha, mas como é usada. Um revólver calibre 22 nas mãos de um atirador profissional é muito mais letal que uma automática 45 nas mãos de um curioso, que nunca praticou devidamente. Assim é o pinto para muitos homens. Se souberem usar, nunca se sentirão prejudicados por causa do tamanho. Terceiro: a sensibilidade da boceta vai até mais ou menos quatro centímetros para dentro. Além disso, é completamente insensível. Por isso, machões tipo jegue, não adianta ficarem se vangloriando de ter uma mangueira no lugar do pinto, pois não resolve nada, só serve para machucar a gente por dentro, o que acaba com qualquer tesão. Quarto: a boceta é formada por um músculo bem elástico, então, não se queixe de ter um pau tipo lápis. Agora, se for tipo mortadela, já é preocupante para nós, mulheres.
Voltando ao meu relato, independente da trepada, João Luiz passou a frequentar a nossa casa constantemente. Apesar de se vestir com roupas masculinas, volta e meia dava umas assumidas, quando estava na nossa intimidade.
Marcamos um churrasco na casa de praia dele, num feriadão próximo. Nem bem acertamos os detalhes, e Douglas, ou Doug, para os íntimos, telefonou. Ele mora na Nova Zelândia. John atendeu. Ele estava tirando umas férias, e queria vir visitar o primo, que não via há já muitos anos. Chegaria no Brasil dois dias antes do feriadão. Lógico que não recusamos a visita, ainda mais porque iria se hospedar em nossa casa. Mas… e o nosso programa? Como ficaria?
— Melhor ainda! — exultou João Luiz. — Podemos fazer o churrasco para mostrar para ele como se come uma carne deliciosa no Brasil — explicou, desmunhecando todo.
Eu sabia que Doug tinha uma certa atração por mim, e ele deixou isso bem claro no dia do nosso casamento, quando falou para mim, na hora dos cumprimentos:
— Se um dia ele te largar, pode vir correndo para mim, que estarei de braços abertos para te receber.
— Está bem. Eu irei de pernas abertas também, tá? — rebati, sorrindo.

Doug chegou na quarta feira, de madrugada, véspera do feriado. Fomos buscá-lo no aeroporto. Segundo explicou, o voo atrasou, era para ter chegado na terça a noite. Mas não foi nada que incomodasse. John tinha tirado o dia de folga, então fomos fazer as compras para o churrasco. Doug foi conosco. Alegre, como sempre, brincalhão e conversador, contando mil e uma coisas do emprego, da terra que vivia, das pessoas.
João Luiz foi para nossa casa à tarde, depois do expediente. Apresentamos Doug, explicando, em rápidas palavras, quem era. Depois, fizemos o mesmo com João. Só não fizemos referência à bissexualidade dele. A simpatia entre os dois foi rápida. Logo estavam conversando como se conhecessem há muito tempo.

Chegamos cedo na casa de praia do João. Enquanto os homens foram preparar a churrasqueira, as mulheres foram para a cozinha (mulheres, aqui, por sugestão da Jeanne). Salada de tomate, farofa, salada de batatas, molho para churrasco, arre! Mulher não pode começar a falar de coisas de casa, que já tem que cair nos detalhes, especialmente se for cardápio de festa! Bem, o fato é que fizemos o almoço.
Depois do almoço e do descanso, fomos passear na praia. Coloquei o biquíni minúsculo, e fui me exibir para os homens. Foi uma chuva de elogios: gostosa, tesuda, rabuda, tesão. Minha autoestima foi às alturas. Senti minha xota ficar toda molhada. Mais poderosa que isso, só mesmo passando um batom vermelhão, o famoso vermelho puta.
Mas tive meu momento de assanhamento, também. Admirei os corpos dos machos que me acompanhavam. Três homens altos, uma escadinha: João, o mais baixo, devia ter cerca de um metro e oitenta, John, eu sei, tem um metro e noventa. Doug me falou que tinha dois metros e sete. Eu me sentia uma hobbit entre eles! Ainda mais se observar seus corpos. João Luiz era magro, esbelto; John, viciado em musculação, era todo esculpido, como Doug, que também era musculoso, mas com o corpo mais volumoso. Olhei-me no espelho, entre eles, baixinha, corpo de violão, peituda e bunduda, de coxas grossas. Cercado por aqueles quatro gigantes, podia ir sem medo nenhum em qualquer lugar, que ninguém iria mexer comigo.

Voltamos à tardinha, com o sol se pondo. Na garagem, num canto escondido, ficava o chuveiro para tirar a areia da praia, uma panela de quase meio metro de diâmetro.
— Mulheres primeiro! — Doug impôs.
Fui para o chuveiro e abri a água.
— Isso vale para você também, João! — Doug falou, sorrindo. Ele se adiantou para baixo da água também.
Quando ele chegou, pedi que desabotoasse o meu sutiã. Pendurei-o no registro do chuveiro. Depois, tirei a calcinha. Doug apareceu com um sabonete, que me entregou. Logo atrás, John trazia as toalhas.
— Quem é o cavalheiro que vai esfregar as minhas costas? — perguntei, dengosa, estendendo a mão com o sabonete.
Três mãos se estenderam em minha direção. João pegou o sabonete e começou a passá-lo em mim. Doug pegou o sabonete da mão dele e começou a ensaboar meus peitos. John ajoelhou-se, pegando o sabonete, começou a ensaboar minhas coxas e bunda e boceta. Levantei os braços e comecei a passas as mãos nos cabelos, alisando-os. Sentia-me demais. Seis mãos alisando meu corpo, cada vez mais lascivamente. Fechei os olhos, gozando o momento. Senti uma cabeça perto da minha. Puxei-a para mim, e beijei sua boca. Logo vieram outras bocas, que beijei ardentemente. Senti uma boca chupando um dos peitos. Rapidamente, senti outra boca, no outro peito. Com os olhos fechados, deixava-os fazer o que desejassem comigo. Senti um par de mãos abrir a minha bunda, e uma língua passear por lá, deliciosamente. Uma mão me forçou a separar as coxas, o que fiz rapidamente. Logo, um dedo grosso começou a titilar meu clitóris. Não demorou muito para que eu gozasse. Gemi e gritei de prazer. E a língua na minha bunda se transformou em dedo. Ergui uma perna, tentando me equilibrar sobre a outra. Instantaneamente, senti um banquinho sendo colocado sob o meu pé, enquanto um braço musculoso me abraçava, sustentando-me. Uma boca me beijava, outra beijava meu pescoço, a terceira chupava me peito, — meus peitos são altamente sensíveis, e me dão um tesão imenso — enquanto dois dedos se divertiam, um dentro do meu cu e outro, na minha boceta. Aquelas chupadas e os dedos me titilando o cu e a boceta me fizeram gozar de novo. A água fria refrescava nossos corpos, aumentando o tesão. Senti meu corpo ser levantado, enquanto outro banco era colocado debaixo do outro pé. De repente, duas mãos seguraram minhas coxas, uma de cada lado, como se estivesse sentada, enquanto braços apoiavam as minhas costas, e me levantaram. Minhas coxas foram bem separadas. Senti um corpo largo encostar em mim, e um pau, duro, ser esfregado na minha boceta. Levantei os braços e segurei na altura que julguei estar um pescoço, abraçando-o. Cruzei os pês nas costas desse corpo. Senti deslizar lentamente, o caralho duro entrando na minha boceta. Senti o queixo dele esfregando na minha cabeça. Era o Doug que estava me comendo. Apertei as pernas e os braços naquele corpo enorme e delicioso. Seus braços compridos, suas mãos enormes seguravam a minha bunda, como se eu estivesse numa cadeirinha de bebe.
Aquela brincadeira de ficar de olhos fechados, ser comida e bolinada às cegas, me davam um tesão enorme. Comecei a lamber seu peito, e achei um dos mamilos. Chupei, suguei e mordisquei, depois, fui para o do outro lado.
— Vamos para as cadeiras da piscina — ouvi João convidar.
— Segura firme, tesão — Doug falou para mim. Apertei as pernas e os braços, garantindo que eu fosse para lá com ele dentro de mim. Ele me carregou com a facilidade de quem carrega uma criança. E olhe que estou na casa dos sessenta quilinhos.
Chegamos na piscina. Doug sentou-se numa banqueta alta, no bar. Afastei-me ligeiramente dele, abrindo os olhos.
— Que delícia! — falei, sem parar de me movimentar em cima das suas coxas. — Me fode! Me fode toda! Me chama de puta, de vaca, e me fode! — gritei. Sentia seu pau preencher toda a minha boceta. De repente, ele me segurou com força, mas com delicadeza, para que eu parasse.
— Sente meu pau enchendo tua boceta de porra, sua puta! — ele falou. Senti seu pau vibrar lá dentro, a porra saindo e jorrando, me enchendo toda. Segurou-me até que saísse tudo.
— Goza! Goza tudo aí dentro, goza! Me enche de porra! — gritei, pulando no seu colo. Eu gozei outra vez, logo depois dele, com seu cacete amolecendo lá dentro.
— Você gozou? — ele perguntou.
— Um monte! Desde quando vocês estavam me bolinando no chuveiro! — respondi.
Ele olhou para os outros, que se aproximaram. Seguraram debaixo das minhas coxas e nas minhas costas, e levaram-me, assim, até a espreguiçadeira, deitando-me de costas. Abri as coxas, expondo minha boceta e meu cu, toda arreganhada.
— Venham, meus machos! Me fodam toda, me comam toda! — chamei-os.
— Agora é a minha vez — falou John.
— Vem, meu macho! Come tua mulher, tua puta. Quero todos vocês me fodendo! — chamei.
Ele ajoelhou-se no chão, ajeitou-se entre as minhas coxas, e me penetrou. Ele tem um jeito todo especial de meter, que eu acho delicioso. Senti ele afundar até o saco bater no meu cu. Abracei sua cintura com minhas pernas. João e Doug aproximaram-se. Seus paus estavam duros.
— Doug, chega aqui! Quero chupar essa rola deliciosa! — chamei. Ele se aproximou. Peguei seu pau e o coloquei na minha boca, chupando-o. Senti o gosto da porra que ele tinha gozado na minha boceta.
João aproximou-se, também. Segurei o pau dele e comecei a acariciá-lo. Depois, virei-me chupei o pau dele.
Depois de algum tempo me fodendo, John levantou-se, e João ocupou seu lugar. Doug foi até ele, que pegou seu pau e começou a chupá-lo, enquanto me fodia. E eu chupava o pau do John. Senti o gosto da minha boceta naquele cacete delicioso.
Foi um rodízio de me foderem e de chupar os paus deles.

— Quero ser fodida por vocês três, ao mesmo tempo! — exigi.
João deitou-se na espreguiçadeira. Sentei-me sobre ele, estilo mamãe por cima, enfiando seu caralho na minha boceta. Doug veio por trás, enfiando o pau no meu cu. John veio para a minha boca, e eu chupei o seu pau.
— Me fodam! Me fodam! — pedi, gemendo de prazer.— Me encham toda de porra, que está gostoso demais!
Depois de gozar diversas vezes, pedi para mudarem. João foi foder o meu cu. John deitou-se, e eu deitei-me sobre ele, para ele foder a minha boceta, enquanto chupava o pau de Doug. Cada um fodeu minha boceta, pôs o pau na minha boca, comeu meu cu. Foi delicioso demais! Me senti tão puta, tão fêmea, tão vaca e tão desejada! Foderia com eles até a madrugada, se aguentassem.
O primeiro a gozar foi João. Eu estava chupando o seu pau, quando ele encheu minha boca com a sua porra. Suguei até a última gota, até ele ficar mole. Confesso que sempre tive saudades de beber a porra dele. Depois, foi John que encheu meu cu com a porra. Por fim, Doug, que já estava na segunda gozada, encher minha boceta com o leitinho quente.

Depois de ser fodida por todos os lados, fui para o banheiro da suíte, tomar um banho delicioso. João ligou a hidromassagem para mim. Foi delicioso e relaxante. Só que estava sentindo minha xoxota e meu cu ardendo, afinal, nunca fora tão fodida assim. Como que adivinhando meus pensamentos, João entrou no banheiro com algo na mão:
— Você deve estar irritadinha, né? Trouxe isto para você. É o que eu uso, quando… você sabe, né?… fico… irritadinho…
E entregou-me um tubo de pomada para irritação. Agradeci-lhe imensamente.

John entrou no banheiro, também, para tomar um banho de verdade. Ao ver aquele macho maravilhoso, não resisti, estava com tesão ainda. Chamei-o para entrar na hidromassagem comigo. A irritação na boceta e no cu provocavam uma coceirinha incomoda. E só havia um jeito de coçá-la: comecei a provocar o meu homem, até que ficou com o pau duro. Metê-lo na minha boceta foi só uma questão de momento…

Foi o melhor fim de semana prolongado que passei, até então. Mas depois teve outros, que conto para vocês na próxima vez. E, como diz Dona Cacilda, beijinhos, beijinhos, pau, pau!

1 comentário em “Três Rolas Me Fodendo Gostoso na Suruba”

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