Descobrindo minha bissexualidade

 

Olá, esse é meu primeiro conto aqui e espero que vocês gostem, a passagem que vou relatar é real e escrita com ajuda de minha esposa, assim como todas que postarei (caso vocês gostem e desejem que eu continue)
Meu nome é Juan, atualmente moro em Birmingham, na Inglaterra, mas antes morava em Curitiba (vim pra trabalhar, sou arquiteto) tenho 28 anos e sou casado com Marina, de 26. Nos conhecemos ainda novos na escola, quando eu tinha 16 anos, logo que me apaixonei por ela, achei que nunca seria correspondido pois sou fora dos padrões (gordo) e ela era uma das mais lindas da escola, aquele lindo cabelo loiro e seios fartos conquistavam qualquer um, mas pra minha sorte tudo deu certo e temos um relacionamento ótimo.


Agora vamos ao conto:
Sempre me identifiquei como hetero, já havia beijado alguns amigos gays em festas mas era apenas em jogos de verdade ou desafio, e não tinha sentido nada por eles, comecei a namorar cedo com a Marina então digamos que minha sexualidade não foi tão explorada. Eu e Marina nos casamos ainda em Curitiba, quando eu tinha 22 anos e ela 20, nosso relacionamento sempre foi incrível apesar das brigas comuns de casal, o nosso tesão parece não acabar um pelo outro, desde que começamos a morar juntos fodemos todos os dias e eu a acho cada vez mais deliciosa.
Marina é professora, então ela tem um horário fixo de trabalho na escola, sempre chegava em casa por volta de 18h, e eu como sou arquiteto fico um pouco a mais, não tenho um horário determinado pra sair.
Certo dia cheguei em casa por volta das 18h30, um pouco mais cedo que o usual, estacionei meu carro na garagem e já fui entrando em casa tirando a gravata, os sapatos e ficando a vontade, foi quando comecei a ouvir gemidos baixinhos, definitivamente eram os gemidos da Marina, eu reconheceria aquela preciosidade em qualquer lugar, fiquei parado um pouco me questionando se ela estaria com outro homem, então fui me aproximando lentamente do quarto, os gemidos ficavam cada vez mais intenso, quando cheguei na porta eu não acreditei no que vi…ela estava se masturbando! Sim, é algo comum, inclusive algumas vezes nós apenas nos maturbamos um na frente do outro até gozar, mas o estranho da situação é que na TV do quarto estava passando um pornô em que a mulher chupava a cu do cara enquanto usava uma cinta com um caralho gigante, e o mais estranho é que eu me interessei muito.
Quando ela me viu ficou assustada, levantou apressada da cama e começou a se explicar, veio me dizer que aquilo era apenas uma fantasia e que nós não precisaríamos fazer, e enquanto ela dava todas aquelas desculpas eu não tirava o olho da tv, meu pau começou a ficar duro sem eu precisar tocar, Marina viu que eu não estava dando atenção e abaixou a cabeça com vergonha, foi quando ela reparou no meu caralho super duro marcando na calça social, na mesma hora ela soltou um sorriso malicioso
-Olha só, vejo que alguém tá bem animadinho em ver um homem receber uma chupada gostosa no cu
Tentei disfarçar colocando a mão na frente, disse que era impressão dela e que eu não tava afim de fazer aquilo, que eu era hetero e nada mudaria isso
Ela se aproximou de mim e sussurrou na minha orelha enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça: amor, não tem problema nenhum em você soltar os seus desejos, eu sei que antigamente você beijava alguns colegas seus, não existe problema nenhum em você ser bissexual ou então só curtir um beijo grego, afinal, não precisamos colocar outra pessoa na história
Meu pai foi ficando cada vez mais duro, ela sentiu ele pulsando pela calça, se ajoelhou na minha frente, abaixou a calça e começou a me chupar deliciosamente, sentei na beira da cama e fiquei fodendo aquela boca enquanto olhava o pornô na TV, acho que de todos os boquetes que ela já fez aquele estava sendo o mais gostoso, eu estava me revirando de tesão, me deitei na cama e ela continuava a me chupar, lambia minhas bolas e meu pau, da cabeça ao final dele, tudo, ela parecia estar morrendo de tesão, e foi quando comecei a sentir a mão dela chegando próxima do meu cu
-Amor, não sei se consigo…
-Juan, eu sei que você quer isso, e eu tô louca pra te foder, se abre um pouco e você vai adorar
Não consegui resistir, ergui uma das pernas na cama e ela começou a chupar meu cu deliciosamente, ela parecia saber muito bem o que estava fazendo e eu estava me revirando de tesão, foi quando eu me ajoelhei e fiquei de 4 pra ela, senti aquela mulher explodindo de tesão, ela chupava meu cu com mais vontade do que chupava meu pau, eu também estava enlouquecendo, meu pau não parava de babar e eu batia uma punheta maravilhosa, foi quando eu senti minha esposa metendo o dedo no meu cu, a princípio doeu mas a vontade de dar era tão grande que logo me acostumei, soltei um gemido e ela riu, deu um tapa na minha bunda e começou a me foder, ficava cada vez mais intenso e foi enfiando mais dedos, ela me fodia muito rápido e eu rebolava adorando aquilo, ficava gemendo igual uma vagabunda, e ela falava
-Ta gostando né? Eu sabia que você ia gostar, eu tava louca pra comer esse cu, não sei porque demorei tanto tempo, você tá uma delícia de 4 pra mim
Quando eu estava perto de gozar ela parou e retirou os dedos, disse pra eu me segurar que ela tinha uma surpresa, foi até ao criador do quarto e retirou uma camisinha, e uma cinta, me olhou com cara de safada e enfim retirou um dildo de 15cm
-Eu quero te comer de verdade
Na hora me assustei um pouco, mas a ideia me empolgou e eu soltei: Vem me comer então, vem comer seu macho
Ela se preparou e deitou na cama, fiquei por cima dela, nós nos beijamos muito e eu então comecei a chupar aquele caralho falso pra ficar bem lubrificado, ela puxava meu cabelo e batia com o dildo na minha cara. Coloquei a camisinha e então comecei a sentar, doeu muito mas eu insisti, e em poucos minutos já estava cavalgando naquela piroca, me sentindo realizado, nós dois gemiamos muito, eu chupava os peitos dela e ela batia uma punheta pra mim, meu pau estava latejando e eu então gozei, indo tudo na cara dela, que engoliu tudo, saí de cima daquele pau e deitei do lado dela, que me abraçou e ficou brincando com os pêlos do meu peito perguntando se eu tinha gostado, e eu claro disse que tinha amado a experiência. Ficamos conversando um pouco e então ela diz:
-Amor, lembra que eu disse que não precisaríamos incluir uma outra pessoa nisso? Nós realmente não precisamos né, mas e se nós tentarmos..???
Eu sorri e ela entendeu o recado, e foi assim que nos tornarmos um casal bem mais liberal

—-
Espero que tenham gostado do conto, essa foi minha primeira vez escrevendo e o relato de literalmente minha primeira vez dando o cu, depois disso foram inúmeras outras vezes, se vocês gostarem desse relato eu escrevo outros. 🙂

Sexo por Telefone

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *