Me deixando bebado pra me foder gostoso

Eu, M , médico recém formado, ele F, um cirurgião. Apesar de parecer uma coisa distante nossas idades eram semelhantes. Eu com 25 anos, pele clara, olhos castanhos cabelo de lado, barba, não sou sarado tenho barriguinha de cerveja mas sou forte. Ele com 26, branquinho bochechas rosadas, também com barriguinha de cerveja e forte.
Nos conhecemos em julho daquele ano, viajamos com um grupo e precisei da ajuda dele como médico. Uma paciente estava com dores lombares, abdominais e logo suspeitei uma pielonefrite. Como ele era o responsável pela saúde das pessoas daquele grupo resolvi ligar e passar todo o caso. Esse foi um dos poucos contatos que tive com ele, digo, pessoalmente.

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Depois que voltamos para nossas cidades respectivas, moro na capital e ele na cidade da minha família; perdemos um pouco de contato.
Eis que um dia ele puxa um papo comigo no facebook. Aquelas coisas triviais de como está, o q faz de bom ai, como está o fim da faculdade e o que faria de residência… Aquelas coisas que médicos conversam. Não durou muito. Dessa conversa despretensiosa surgiu um: quando vier pra cá avisa pra gente tomar uma… Ok até aí sempre saio tomar uma com meus amigos e ouvir um Rock n Roll. Nada fora do comum.
Mais um tempo passa e eu fiquei com aquilo na minha cabeça, vai saber. Nunca havia pensado na possibilidade, mas vai que rola né.
Depois de um certo tempo por volta de novembro as provas de resistência começaram e eu voltei a conversar com ele, dessa vez eu puxei assunto. Perguntei se faria a prova do hospital que trabalhava e que a especialidade que ele almejava era uma das melhores e mais concorridas. Respondeu que não, mas viria para cá fazer um curso de final de semana!
Nesse dia aconteceu uma coisa muito estranha: ficamos até 5 da manhã conversando pelo WhatsApp. Coisas bobas no começo, viagens, saídas, sobre o mochilão que ele faria e mais trivialidades. No meio de tudo isso saiu um papo de que quando está com insônia ele dá uma bela de uma gozada que tudo melhora. Porra ele disse isso pra mim, que pouco conheço ele. Meu pau deu sinal de vida, o que não é muito difícil de acontecer 😛
Enfim, Naquele dia ficou combinado que tomaríamos umas cervejas na minha próxima ida à L
Passamos a nos comunicar com mais frequência, sempre coisas sem muito conteúdo. Começo de dezembro resolvo dar um pulo em L que tinha q resolver umas coisas e aviso ele. Marcamos a tal saída. Um barzinho qualquer. Íamos um pouco mais tarde pois ele voltava tarde do treino.
Naquela de combinar lugar ele oferece o apê dele como opção. Já comecei a desconfiar um pouco mais, mas até então achava que era coisa da minha cabeça. Aceitei a opção é ainda brinquei que era melhor mesmo pois não estava com vontade de por calças e iria de bermuda mesmo.
Chego no apê dele por volta de 22:30, levando algumas cervejas daquelas artesanais que eu gosto bastante. Ele fala que ainda tinha vodka e energético caso aquilo fosse pouco.
Começamos a beber e a conversar… Já passava de meia noite passamos para os destilados. A maldita da vodka que faz amnésia e ainda convence a fazer merdas que nunca fariam sóbrios. Ainda bem!!
Já no segundo copo nosso, estávamos em pé na cozinha apoiados na bancada um de frente pro outro. O clima começou a esquentar ali mesmo. Sempre achei que essa história de que: “Estávamos ali e começamos a nos pegar”, fosse balela. Pois bem, foi isso mesmo que aconteceu. Nossas mãos ali apoiadas, eis que elas se aproximam, se tocam, entrelaçam.
Depois disso ele me puxou com força para a sala e me lascou um beijo de cinema. Aquele que te deixa tonto, perde o chão e te faz flutuar. Ficamos nisso por um tempo eis que surge a indagação.
– “Da onde a gente tá fazendo isso? Que que aconteceu?” Perguntou F
– “Eu que te pergunto!”
– “Vi vc no Tinder qndo estávamos nos EUA, mas achei que fosse um erro sei lá.”
Apesar de tudo, eu não dou pinta e ninguém sabe da minha sexualidade.
– “Ah, então vc tava planejando tudo isso há tempo! Por isso me convidando para tomar cerveja sair e tal.”
– “Tentei investir né, e a gente bêbado ia ser mais fácil.”
Rimos da situação e continuamos na pegação. Aquilo tudo estava muito doido. A gente se beijando, nossos corpos abraçados. Pensei que daquilo não ia passar. Mas ele planejou mais, muito mais.
Ia passando o pau que já estava a ponto de bala sobre o meu de igual rigidez. Passava mão na minha bunda, nas costas e começou a tirar minha camiseta. E eu tirando a dele.
Sentia muito tesão naquilo tudo.
Depois passei a lamber seus mamilos, que eram rosados. Seu peito praticamente não tinha pelos, seu corpo era lisinho.
Cara aquilo deixava a gente cada vez mais excitado e cheio de tesão. Estávamos a ponto de bala.
Começamos a esquentar a coisa, as bermudas já estavam fora do corpo e as cuecas seriam as próximas. Eu de boxer, toda melada de tesao. Ele mais contido, mas não menos duro.
Quando ele começou a tirar minha cueca fez a pergunta da noite
– ” O que vc curte?”
Eu respondi que com ele tudo. Foi a deixa pra transarmos loucamente.
Eu fiz o passivo, ele um puta de um ativo. Normalmente sou ativo, mas ele não gosta apesar da bunda grande e carnuda.
O pau dele era uma delicia, deve ter uns 15-16cm. O meu do mesmo tamanho, cabeçona rosada, não circuncidado e um sacão. Sou bem peludão também, F adorou a ideia.
Começamos a nos acariciar, beijar todo o corpo dele com cheiro de macho que saiu do banho. Um perfume que me deixava mais doido ainda.
Quando ele começa, se mostra um animal na cama. Me mordia os mamilos, axilas e dava tapas na minha bunda. Eis que acontece o inevitável. Fomos para o quarto. Isso ja era por volta de 3 da manhã.
Ele me deita e sobe em mim e continua aquele sarro gostoso. Falava palavras de tesao no meu ouvido e como deveríamos ter feito isso antes.
Eu respondia dizendo que ele era um safado que preparou e calculou tudo certinho.
Dizia que era gostoso e que ele era um tesão. Que eu era um machão peludo e muito bom de pegar.
Para apimentar a noite ele me deita de frango assado, cospe bem no pau e coloca devagar. Foi socando aos poucos até que chegou no saco. Cara, a sensação era muito boa, estava amortecido pelo álcool então tudo que senti foi tesao e mais tesao. Parecia que já fazíamos aquilo há anos pois ele sabia exatamente como eu gostava de ser dominado.
Seguimos com uma metida deliciosa de ladinho, sua posição preferida. Ele olhando nos meus olhos, me beijando loucamente e metendo com todo vigor de macho ativo. Sua transa era cadenciada, ora rápida ora devagar, mas sempre sabendo como deixar o macho louco de prazer.
O prazer era tamanho que minha rola em momento algum baixou, muito pelo contrário, estava dura como ferro e babando a cada estocada profunda.
Nos lambuzamos de porra e suor.
Acho que ficamos metendo por uma hora, não me lembro muito bem pois a vodka me fez blackout de algumas coisas. Só sei q caímos na cama e dormimos.
Dormimos meia hora e ele acorda mais excitado que antes e mete mais um pouco. Naquela hora eu já tava dominado por aquele macho e ele fazia o que bem entendesse comigo.
Não quis saber de meter devagar, agora era forte e rápido. Fundo e intenso. Eu só fazia deixar meu macho mais cheio de tesão e eu não por menos me contraia todo de prazer.
Ele anuncia o gozo e tira o pau que sai pulsando e louco para me dar aquele leite quente e grosso. Pra minha surpresa, enche minha cara com a gala. Aquele cheiro me deixa mais inebriado e me faz adormecer nos braços dele. Eu todo esporrado e ele satisfeito de tanto transar e me dar prazer. Foi tão bom que nem precisei gozar.
Na manhã seguinte acordamos, cedo pois precisava voltar pra casa. Mensagens da família onde eu estava. Ele precisava viajar a trabalho.
Tomamos um bom banho, nos beijamos no chuveiro e ficamos mais um pouco abraçados. Que sensação de bem estar, de dever comprido e de saber que meu macho estava satisfeito com toda aquela putaria.
Nossos encontros não pararam por aí… Na mesma semana rolou mais e na outra, ele foi a C e nos encontramos!

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