Sou empregada e meu patrão me comeu gostoso

Olá, me chamo Fátima, tenho 37 anos e vou contar pra vocês uma história que se passou à muito tempo, quando eu tinha de 18 para 19 anos.

Eu era magrinha, bundinha arrebitada e gostava de usar short curto, tipo com as poupas de fora, o que me fazia ser a menina mais desejada do bairro.

Tinha um namorado, Valmir, da mesma idade minha, nós tínhamos um namoro meio avançado, eu não era mais virgem, o Valmir deu um jeito de me deflorar, logo no início do namoro.

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Carteiro comeu meu cuzinho guloso

Olá tudo bem? sempre gostei dos contos eroticos ate que um dia realizei um proprio. eu moro so em um quarto e cozinha, um dia bem quente eu tava no pc lendo um conto erotico e o carteiro vei entregar uma mercadoria comprada na net eu gentilmente pedi que ele entrase pois eu tinha que assinar a nota ele ficou sem geito mas entrou e pediu um copo com agua eu deixei ele no quarto e fui pega a agua e quando voltei ele tava lendo o conto no pc, ele estava em pe e deu pra mim ver que ele tava de apu duro sem graça ele disse que gostava dos contos tambem e tava lendo quando ele foi pegar o copo ele

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Levando a minha namorada na casa de swing

Sexta a noite, convido minha namorada para uma noite de aventuras sexuais. Ela topa, pois não é nossa primeira vez e ela sabe que meu fetiche principal, aquele que mais me excita é ve-la com outro. Tenho um verdadeiro dom de identificar um macho dotado e com pegada para ela. Chegando na balada, nos divertimos bastante, dançamos, bebemos e rimos muito. Eis que ela me fala: -Vamos dar uma volta lá dentro? Eu prontamente respondo: -Claro! Andamos pelos corredores escuros, passamos por todas as cortinas. Em meio ao trajeto algumas mãos de singles passando pelo corpo dela, à tocando como convite para o sexo. Eu sempre muito excitado, minha pequena rola sempre bem dura. Aí eu avisto um cara sentado sozinho numa sala, a sala vazia como se ele estivesse esperando algo acontecer, claro que eu queria lhe dar um acontecimento espetacular. Ele, serio. Aparentava seus 40 anos, branco, aproximadamente 1,80, corpo em forma. Eu o mostrei à minha namorada, falei que pressentia que seria bom e peguntei a ela se ela gostaria de entrar na sala sozinha sentar ao lado dele e ver o que aconteceria. Ela topou! Eu dei um beijo nela, soltei as mãos

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Suruba no Cine Pornô Parte 2

Voltei a circular mais uma vez pelo cinema, me apoiando na mureta que há trás da primeira fileira, um lugar estratégico para se observar todo o salão. O problema é que essa mureta também é utilizada por quem está a fim de ser encoxado. O cara encosta ali e logo chega um macho com pau duro se esfregando na sua bunda. Se os dois estiverem a fim, podem até transar. Aliás, é o que geralmente acontece nos cantos da sala, duas pessoas transando no meio de uma rodinha de caras que batem punheta em volta.

Claro que eu logo fui encoxado. Eu ainda era enrustido o bastante para não permitir que algo acontecesse, mas o tentar me libertar, o cara segurou meus dois braços para trás e disse no meu ouvido:

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Suruba no Cine Pornô

Como contei quando me apresentei, descobri o Cine Dom José. Nas primeiras vezes que fui lá, eram apenas mamadas individuais. Acho que, inconscientemente, procurava caras “travados”, que estivessem apenas interessados numa mamada rápida, gozar em uma boca desconhecida e dar o fora dali. Algo que eu também fazia, procurando dar um tempo para não encontrar o macho na saída.

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Ela pagou o aluguel atrasado com muito sexo

Naquele apartamento com poucos móveis, quase nada nas paredes, denotando que quem morava ali não era pessoa de posses, um velho sofá participava de um evento inusitado.
Uma bela garota, de seus 26 anos, nua, ajoelhada, estava a ser comida, e bem comida por sinal, por um senhor de mais idade, talvez uns 54 anos.
Ela se chamava Mara e era a moradora, ou seja, a inquilina que morava naquele apartamento. E o senhor atendia pelo nome de Augusto, e era o proprietário, o dono do apartamento.

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Putaria na Festinha particular entre amigos

Meg, Lucia e Rejane, inseparáveis colegas de faculdade e também de farras. Naquele semestre, tiveram o Aprígio como modelo para suas pinturas, esculturas e fotografias. Era um belo espécime, como comentaram comigo um dia em que as duas estavam almoçando com a gente. Na hora, entendi que em breve ele seria atacado…
Elas esperaram um tempo, ficaram amigas dele, conversavam muito após as aulas e ele já estava esperando alguma coisa… então, não ficou surpreso quando Meg comunicou a ele que dariam uma festa para encerrar o ano, e seria em nosso apartamento. Gostariam muito que ele fosse e ele garantiu que iria. Pegou o endereço e, no dia marcado, compareceu, achando que estaria a turma toda.
Bateu o interfone, ela atendeu e abriu para que ele entrasse. Quando chegou na porta do apartamento, viu que ela estava apenas encostada. Mesmo assim, bateu a campainha e ouviu Meg gritando para ele entrar e fechar a porta. Quando ouviram o barulho da porta sendo fechada, ela gritou para ele subir as escadas.

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Me descobri bisexual com meu amigo

Me chamo Marcos, 26 anos, branco, cabelos castanhos claros olhos mel, peito com alguns pelos, 1,80 de altura. Era sexta feira já estava indo para casa quando meu amigo Carlos me pede uma carona e como moramos perto o levo em minha moto.
_ Chega ai cara! Ta meio bagunçado, mas sabe como é marmanjo morando sozinho ne? Disse Carlos entrando em seu apartamento pegando algumas peças de roupa em cima do sofá.

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