Rapidinha anal com a casada fogosa

Olá, como já narrei em outros contos, vivo na serra gaúcha, em uma grande cidade, e aqui as coisas mais incríveis acontecem. Como narrei no conto anterior, conheci mais de perto a Lu, casada, e que trabalha no restaurante onde eu almoço com meus colegas de trabalho. Pois bem, após a Lu chupar meu caralho e sugar cada gota de porra, ficou a promessa de que ela me daria o cuzinho, e promessa é dívida Passada uma semana, eu não aguentava mais de tesão, vontade de enrabar aquela safada, que me ligava todos os dias e mandava mensagens dizendo querer me encontrar. Naquela terça-feira, passei quase uma hora conversando com ela, com o pau latejando dentro das calças, a sairmos para dar uma volta quando ela saísse do trabalho. Ela resistiu muito, alegando que não, que era perigoso, que o marido podia ir buscar

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ela de surpresa… blá, blá, blá… Depois de alguma insistência, topou, me chamando de louco. 18 horas, e pego ela próximo ao restaurante. Sigo rumo a perimetral da cidade, e ela perguntando onde estávamos indo, quando chegamos a um motelzinho bem barato, pertinho de uma grande multinacional aqui da cidade. Entro e peço uma suite, e ela apavorada, que alguém poderia ver ela e entregar para o marido. Eu tranquilizei ela dizendo que os vidros escuros do meu carro não deixam quem está dentro ser visto. Chegamos a suite, e de cara já fui encoxando ela na garagem mesmo, e sacando o pau duro como ferro das calças…. ela não se fez de rogada e me puxou pelo pau para dentro do quarto, punhetando minha vara… deitei na cama, e ela caiu de boca, chupando forte e rápido, me olhando com uma cara de puta que só ela sabe fazer… estava prestes a gozar, então saquei o pau da boca dela, pulei para detrás dela e não quiz nem saber de buceta, passei gel e fui atochando o caralho no cú dela. Nossa, que delícia! Algumas mulheres tem o dom de dar o cú, e a Lu é uma delas. Ela gemia alto, encravava as unhas na cama com força e rebolava enquanto meu pau deslizava alargando aquele buraco delicioso e apertado.”Ai… seu louco… tá alargando meu rabo…ai seu cachorro…” ela murmurava, e eu socando até as bolas. Quando entrou tudo, dei uma estocada bem funda, e ela gritou “Ai, louco… assim vc me enlouquece safado… come esse rabo que eu preciso ir pra casa fazer janta para aquele corno…ai…” comecei a socar rápido e com força, queria destruir o rabo daquela vadia… mandei muita rola naquele buraco, e com muita força. Coemecei a sentir um cheiro estranho e sim, ela não estava mais segurando as pregas e começou a borrar meu pau com m… que droga… fico muito puto quando isso acontece. Peguei ela forte pelos cabelos, e meio que montei com ela de quatro, e comecei a socar forte meu caralho até o talo.. “Sua puta! Tá cagando na vara, tu vai ver agora, vou encher esse rabo de porra sua vagabunda!!” Ela gemia alto.. “Ai, vai, goza no meu cú que não to conseguindo mais segurar!”… engatei a quinta e bombei, bombei muito rápido no rabo dela, até que não deu mais de segurar e enchi o cú dela de porra, vários jatos de porra… ao ouvir meus berros e sentir meu pau esguichando nas entranhas do rabo dela, a vagabunda gozou… deu um suspiro forte, retesou todo o corpo e caiu com o corpo trêmulo na cama. Ficou ali, uns 5 minutos, com o rabo aberto e cheio de porra misturada com m… Olhei aquela bunda deliciosa, com aquele buraco arregaçado e me deu muito tesão… bati uma punheta e gozei nas costas dela a pouca porra que estava sobrando no saco. Terminada a foda, eu já com o saco descarregado, e ela se vestiu, sem banho nem nada. Ofereci um banho a ela, mas ela disse que não, que estava com pressa porque o marido ia buscá-la na saída do “cerão”, as 20:30 e já eram 19:50, e além do mais, queria ir com meu leite no rabinho para casa, para “sentir um pouco mais o gostinho” 🙂 Fomos embora, e deixei ela no lugar marcado. No dia seguinte ela me contou que o marido foi dormir cedo, e que ela ficou com meu leite no rabinho até antes de dormir, e que quando foi para o banho, gozou com uma siririca enquanto minha porra escorria do cuzinho dela. Fiquei com tanto tesão que pedi mais uma rodada, e ela cedeu com prazer. Na próxima conto foi essa terceira rodada. Abraços!

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