Assistindo minha namorada transando

 

Olá. Meu nome é Roger e vou continuar contando o que rolou entre mim e a minha namorada, Ana, nas últimas semanas. Já fiz três relatos reais descrevendo o meu desejo que ela transasse com outros homens e as duas primeiras experiências que ela teve com pessoas que conhecemos pela internet. Em nenhuma delas eu estava junto, apenas acompanhei por telefone ou ela me contou depois. A Ana tem 20 anos (eu tenho 22), pele clara, estatura média, falsa magra, com seios pequenos e bunda gostosa. Ambos somos de São Paulo e, apesar de namorarmos há 4 anos, ainda não moramos juntos. Somos os primeiros namorados um do outro e, antes dessas experiências, a Ana nunca tinha estado com outro homem.

No último relato, contei sobre o encontro dela com o André, um amigo dotado que conhecemos pela internet. O André tem 21 anos, corpo definido e um pau de 19cm (contra 14cm do meu). Apesar da pouca idade, ele já tem bastante experiência, inclusive tendo saído com casais, e é bem safado. A Ana teve uma experiência incrível com ele (inclusive tendo feito sexo anal pela primeira vez) que eu não acompanhei por não ter tido coragem de ir assistir. Já eram duas vezes que ela havia saído sem eu estar junto. Ela gostou tanto que quis repetir a dose, mas falou que fazia questão que eu fosse. Ela queria que eu também aproveitasse o que estava acontecendo. Reuni coragem e disse para ela que eu finalmente iria junto com ela. Ela ficou muito feliz e combinamos um dia para encontrá-lo e irmos no mesmo motel que eles já haviam ido.

Eu e ela fomos juntos e o encontramos perto do motel. Nos cumprimentamos e começamos a andar juntos. Eu estava bem tenso, mas eles pareciam mais tranquilos. Acabei ficando mais quieto, enquanto os dois conversavam mais animados, falando de trivialidades. Ao chegarmos no motel, a recepcionista nos disse que teríamos que pegar dois quartos. Fiquei constrangido pelo fato dela perceber que queríamos fazer sexo a 3. O André pegou um quarto e nós outro, e fomos todos para o mesmo.

Assim que entramos no quarto, deixamos as nossas coisas e eu sentei na cama. Os dois, ainda de pé, começaram a se abraçar. Para minha surpresa, a Ana já começou a tirar a roupa. Em poucos segundos ela estava totalmente nua na frente dele. Não sei como é para os maridos que já passaram por isso, mas para mim foi uma sensação muito diferente ver a minha namorada pelada na frente de outro homem. Ainda mais por ela ter feito isso tão rápido. E pensar que ela já havia feito isso com ele antes também mexia ainda mais comigo. Ele a acompanhou e tirou a roupa também. Pude ver que seu pau já estava duro. Eu tinha visto o pau dele em fotos, mas ao vivo parecia ainda maior e mais grosso. Na hora me veio o pensamento de que ela já tinha sentido aquele pau dentro dela e que agora ela sabia muito bem o que era transar com um macho dotado.

Ela foi na direção dele e eles começaram a se beijar com paixão, as línguas pra fora, os dois sentindo o corpo um do outro. Eu não sabia muito o que fazer, então resolvi tirar a roupa também. Fiz isso e continuei no meu canto, sentado na cama. Enquanto isso, ela, ainda de pé, ficou de costas para ele e se curvou um pouco. O pau dele, que apontava para cima, ficou cutucando a bunda dela, enquanto ela se mexia lentamente. Logo em seguida, ela se sentou e pegou o pau dele com a mão e começou a lamber. Apenas pequenas lambidas, delicadas. Parecia que todos nós ainda estávamos tensos.

A Ana resolveu ficar de 4 na cama, na minha frente, com a bunda virada para ele. Foi uma cena chocante ver minha namorada, que até outro dia só tinha transado comigo, toda aberta e empinada para ele. Ela curvava a bunda pra cima. Ele foi direto com a língua no meio da bunda dela, lambendo o seu cu. Coisa que eu nunca tinha feito. Ela, me olhou meio preocupada, com receio do que eu podia estar pensando. E perguntou:

— Você está gostando?

Eu na verdade estava ainda muito nervoso pra aproveitar, mas não quis demonstrar. Forcei um sorriso e falei:

— Estou adorando, pode relaxar.

Ela abriu um sorriso feliz e realmente relaxou. Em pouco tempo estava soltando os primeiros gemidinhos enquanto ele lambia sua bunda e sua buceta. Depois ela se virou e ele continuou chupando ela. Ela começou a demonstrar mais prazer, contorcendo o corpo e gemendo mais forte. Não demorou muito para ele querer meter nela. Colocou uma camisinha, que ficou apertada no pau dele, e foi por cima dela. Assim que ele a penetrou, ela gemeu e disse, com prazer:

— É muito grande… Muito grande…

Os dois estavam bem perto de mim, encostando em mim, até, e começaram a trepar. Eu sentia o movimento da foda e o calor deles. Nessa hora finalmente pau pau começou a endurecer e passei a bater uma punheta assistindo. Ela dava uns gemidos entrecortados e passava a mão por todo o corpo dele, com desejo. Apertava a bunda dela e a puxava pra dentro dela. Ela colocou as pernas, bem abertas, em volta do corpo dele e ele enfiava o pau até o fundo. Logo ele tirou o pau dela, tirou a camisinha e gozou em cima dela. Fiquei meio decepcionado por ele ter gozado tão rápido, mas para minha surpresa o pau dele não abaixou nem um centímetro! Ele só pegou outra camisinha, vestiu o pau novamente e continuou metendo, para alegria dela. Eles resolveram mudar de posição, com ela indo por cima. Como ela ficou com a bunda virada para mim, pude ver o pau dele entrando e sumindo todo dentro dela, para minha admiração. Ela começou a sentar e cavalgar com os olhos fixos nele. Percebi que ela estava com vergonha de que eu visse o tesão que ela estava tendo por ele, ficando de costas para mim. Mas eu conseguia ver o rosto dela pelo espelho. E logo vi, pela expressão dela, que ela estava gozando. Ela gozou em silêncio, disfarçando, talvez para não me chatear por gozar tão mais fácil e rápido com ele. Em alguns segundos ela se recuperou e continuou cavalgando. Depois de dois minutos, ela começou a fazer a mesma expressão de tesão e não se conteve. Falou:

— Não acredito, estou gozando de novo!

E gemeu gostoso no pau dele. Assim que gozou, ela saiu de cima e ficou um pouco deitada do lado dele. Ficou olhando para ele e dava para perceber como ela estava feliz com a foda. Ele a puxou e ela ficou deitada no peito dele e falou:

— Nossa, seu pau é muito bom, me fez gozar duas vezes…
— É mesmo? — ele perguntou.
— É. É muito duro e grosso, preenche toda minha buceta, parece um pau de pedra…
Ele deu risada e ela continuou:
— Não tem como não gozar assim.

Fiquei surpreso porque a Ana nunca foi de falar muito no sexo comigo. Ela sempre pareceu tímida e envergonhada e eu nem lembrava de antes disso ter ouvido ela falar “buceta”. Nesse momento ela pareceu lembrar que eu estava lá e perguntou se eu estava gostando. Respondi que sim e mostrei o meu pau duro. Ela deu um sorriso safado e disse que então era hora de eu ver mais.

Meses atrás, quando eu ainda estava tentando convencer ela a dar pra outro, eu falei num dia de tesão que queria que a bunda dela fosse de qualquer um, de quem quisesse comer. Que era muito gostosa pra ser só minha. No dia em que eu falei isso ela ficou bem triste, mas depois me confessou que ficava com muito tesão ao lembrar dessa fala. E contou também que essa foi a motivação para querer fazer anal com o André.

Voltando para a foda, eu entendi então que era aquela a hora de eu ver ela dando a bunda, sendo que só o André tinha feito anal com ela. Eu mesmo não tinha comido. Ela ficou de quatro e ele foi pegar o KY que havíamos levado. Dessa vez ela ficou com o rosto de frente pra mim, me olhando, e a bunda virada pra ele. Eu estava tenso, mas punhetava com vontade. Ele foi colocando aos poucos mas ela demonstrou muito pouco incômodo. Depois de um tempo se acostumando só com a cabeça dentro, ela disse pra ele:

— Pode meter.

E ele meteu. Pegou ela pela cintura, enfiou o pau todo e em alguns instantes estava bombando com toda a força. A Ana não gritava, ela urrava, puxando o ar do fundo, às vezes com berros agudos. Com certeza o motel todo estava ouvindo, até a mulher da recepção. Honestamente, eu nunca tinha visto um sexo anal tão rápido e forte nem mesmo em filme pornô. Acho que minha surpresa estava na minha cara, e a Ana me olhou e falou de um jeito com que nunca tinha falado comigo antes:

— Não era isso que você queria? Não queria me ver assim?

Demorei um pouco mas respondi que sim. E ela:

— Então olha. Olha bem!

Continuei na punheta e ela:

— Vem, vem olhar de perto!

Obedeci, me aproximando deles. Só então pude ver mesmo o pau dele entrando no cu dela. Ele fez questão de segurar a bunda dela aberta com as duas mãos e começou a meter mais devagar para que eu visse. O pau entrava inteiro e saía, com a maior facilidade. Dava pra ver claramente o cu dela todo esticado em volta do pau dele. Essa é uma imagem que até hoje não me sai da cabeça.

Voltei para o meu lugar e eles continuaram metendo, ela gritando alto e, para completar, ela começou a dar risadinhas entre os gritos. Não consegui entender porque, mas ela gritava muito e ria. Vendo aquela cena, entendi que minha namorada já tinha se transformado totalmente. Era outra pessoa.

Em pouco tempo ele gozou. Ela foi para o banheiro tomar um banho. Eu e ele ficamos na cama, mas eu não sabia muito o que falar. Ele parecia bem tranquilo e à vontade, acostumado com aquilo. Eu ainda não. Quando ela voltou, deitou entre eu e ele e ficou acariciando o pau dele, que tinha baixado um pouco, mas já estava endurecendo de novo… Ela então começou a chupá-lo, dessa vez com mais calma. Depois de um bom tempo chupando, ele pegou ela de quatro mais uma vez, agora metendo na buceta, mas com o mesmo vigor de antes. E ela, mais uma vez, gemendo alto. Ele falou que queria gozar na boca dela e ela me perguntou se eu não queria gozar também. Ficamos eu e ele ajoelhados na frente dela, ela com um pau em cada mão, alternando chupadas. Eu estava com vergonha do tamanho do meu pau, bem menor do que o dele. Ela claramente dava mais atenção ao dele do que ao meu. A Ana sugeriu então que gozássemos nela. Eu e ele ficamos batendo uma com os paus apontados para o rosto dela. Em pouco tempo ele gozou. Pouca porra, já que era a terceira gozada dele do dia, mas que ele colocou na boca aberta dela. Eu, vendo a cena, gozei forte, jatos grossos que foram no rosto dela. Ela sorriu safada ao me ver gozando gostoso com a performance dela.

Ele foi tomar um banho e ao sair, já foi se vestindo para ir embora. Nos despedimos e ficamos eu e ela um tempo. Trocamos alguns sorrisos mas não falamos muito no que tinha acontecido. Tomamos banho e fomos nos vestir. Fiquei reparando nela se arrumando em frente ao espelho. Ela parecia muito tranquila e satisfeita. Essa imagem me deixou bem, ainda que eu por dentro estava com uma montanha russa de emoções. Nesse dia não tirei nenhuma foto, pois só assisti a foda, então ilustro o relato com outras dela.

Sexo por Telefone

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